Vamos começar citando alguns exemplos.
No ano passado, uma aluna me reclamou de cansaço para fazer as atividades do seu programa; ao verificar sua freqüência cardíaca, identifiquei batimentos acelerados (taquicardia), acompanhados de uma baixa pressão arterial (hipotensão). Desta forma, sugeri que ela procurasse um médico e, através de exames específicos, foi identificada uma anemia de grau elevado.
Numa outra ocasião, em 2009, fiz uma avaliação na qual o aluno afirmava não ter nenhum problema de saúde. Antes dos testes, verifiquei que sua pressão arterial estava 160/100. Sabendo que os padrões normais para a idade em que estava o aluno são de 120/80, sugeri que ele procurasse um cardiologista; seu teste ergométrico identificou uma isquemia ventricular esquerda, doença esta que pode levar a pessoa a óbito.
Cito estes problemas de saúde identificados com a ajuda da avaliação física para ressaltar sua importância, lembrando também que através deste procedimento o profissional pode prescrever programas de treinamentos mais fidedignos e personalizados, que certamente trarão melhores resultados ao aluno, que podem ser comprovados através de reavaliações feitas a cada três meses após o início do programa de treinamento.
Por isso, não deixe de fazer a avaliação física e também as reavaliações periódicas, para que saibendo com segurança como anda seu desempenho, possamos fazer as adaptações necessárias ao seu programa (se for o caso), buscando sempre o seu bem estar durante a prática dos exercícios e sua satisfação diante dos resuçtados obtidos.
Por José Carlos (Zeca) em 06/08/2009